O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação
Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia.
Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.
email:
cadaveresquisito@alternativa2000.org
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segunda-feira, junho 02, 2008
Ou foi afinal a Gulp?
Gallup ou a Gulp, quem sabe.
Ambas fazem estatísticas. Como o José Fonseca e Costa(1). Ele é uma espécie de Hidra que zela pela segurança da gruta (que é como sabemos uma espécie de sala de condomínio do Monstro). E como serpente de várias cabeças faz filmes, é sindicalista e ainda por cima faz sondagens e é comentador desportivo. Em vez do 2 em 1, ele faz 6 ou 7 em 1. E o pior ainda é que os contribuintes pagam para ver. Os que ainda pagam.
A Gulp foi recentemente atacada. Não foi um vírus, não foi ainda a tão esperada e pandémica gripe aviária (ou ovária, aviática, avícola, avicena?), mas já foi um incêndio de primeira grandeza, como uma supernova, essa estrela que morre em cada um de nós, dia após dia, célula após célula, sorriso após sorriso, nalguns casos (poucos) Brassens após Brassens, um olhar sobre a divindade e já está.
As gasolineiras continuam a arder. "E isto ainda é pouco" disse-nos um incendiário, um rapazinho ainda. "Para a semana vamos aquecer-nos junto à fornalha dos senhores doutores" (referia-se aqui às residências e contas bancárias do Pacheco Pereira, Vitalino Canas e outros da mesma espécie letal).
É claro que achámos exagerado. "Nesses casos..." - respondemos intelectualizando "um traque não bastaria?".
Nota (1):
Referimo-nos obviamente a Fonseca e Costa, cineasta, sonoplasta, maquinista, acrobata do cirque du soleil, produtor, actor, sondagista, sociólogo do trabalho, também ele comentador desportivo e para mais dirigente sindical.
Ambas fazem estatísticas. Como o José Fonseca e Costa(1). Ele é uma espécie de Hidra que zela pela segurança da gruta (que é como sabemos uma espécie de sala de condomínio do Monstro). E como serpente de várias cabeças faz filmes, é sindicalista e ainda por cima faz sondagens e é comentador desportivo. Em vez do 2 em 1, ele faz 6 ou 7 em 1. E o pior ainda é que os contribuintes pagam para ver. Os que ainda pagam.
A Gulp foi recentemente atacada. Não foi um vírus, não foi ainda a tão esperada e pandémica gripe aviária (ou ovária, aviática, avícola, avicena?), mas já foi um incêndio de primeira grandeza, como uma supernova, essa estrela que morre em cada um de nós, dia após dia, célula após célula, sorriso após sorriso, nalguns casos (poucos) Brassens após Brassens, um olhar sobre a divindade e já está.
As gasolineiras continuam a arder. "E isto ainda é pouco" disse-nos um incendiário, um rapazinho ainda. "Para a semana vamos aquecer-nos junto à fornalha dos senhores doutores" (referia-se aqui às residências e contas bancárias do Pacheco Pereira, Vitalino Canas e outros da mesma espécie letal).
É claro que achámos exagerado. "Nesses casos..." - respondemos intelectualizando "um traque não bastaria?".
Nota (1):
Referimo-nos obviamente a Fonseca e Costa, cineasta, sonoplasta, maquinista, acrobata do cirque du soleil, produtor, actor, sondagista, sociólogo do trabalho, também ele comentador desportivo e para mais dirigente sindical.
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Etiquetas: especies letais, explodiram finalmente com a Gulp, fonseca e costa, incendiarios, portugal no seu melhor
a chave e a fechadura inexistente, 6:12 p.m.


