O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação
Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia.
Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.
email:
cadaveresquisito@alternativa2000.org
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quinta-feira, maio 15, 2008
Poeminha de grande religiosidade erótica
(islâmica, católica, judaica e outras de passagem por Alcoutim)
Cona de santinha que estais ao léu,
Aprontada, orando, revelando o véu,
A saia subida, o cu no estrelado azul do céu.
Pontificado ou com a burka eu faço, seja o nosso nome,
o Devir para ti já não existe.
Um Caralho ao ver-te assim prostada nem sequer insiste.
Vêde, o teu quarto tão desordenado e triste.
(poema para entoar enquanto se faz amor com uma irmãzinha que tinha ficado para tia do Salvador (do Eugénio claro).
Aprontada, orando, revelando o véu,
A saia subida, o cu no estrelado azul do céu.
Pontificado ou com a burka eu faço, seja o nosso nome,
o Devir para ti já não existe.
Um Caralho ao ver-te assim prostada nem sequer insiste.
Vêde, o teu quarto tão desordenado e triste.
(poema para entoar enquanto se faz amor com uma irmãzinha que tinha ficado para tia do Salvador (do Eugénio claro).
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a chave e a fechadura inexistente, 5:01 p.m.


