O pensamento dominante continua a considerar o Surrealismo como um movimento estético, censurando a sua componente de intervenção em todos os planos da Vida e da Sociedade, numa perspectiva libertária e emancipadora. Por outro lado considera-se o Surrealismo como algo históricamente ultrapassado, como um "fóssil cultural" (como denunciou recentemente Guy Ducornet no seu livro "Os parasitas do Surrealismo"). E contudo, a intervenção surrealista nunca deixou de se bater contra os exploradores do Espírito e contra todos aqueles que económica ou socialmente exploram o Homem, impedindo-o de respirar LIVREMENTE!!!
O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia. Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.

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cadaveresquisito@alternativa2000.org

segunda-feira, maio 26, 2008

Incendiai a Galp!

O cartaz era bem claro. Diante de nós, em cada rotunda, apelava ao incêndio de todas as gasolineiras. De todas não, as principais, as que cresciam na bolsa enquanto os consumidores lhes pagavam o jantar de lagostins e poesia de cirunstância. Tony Carreira.

Que fazermos nós, surrealistas e ditos também libertários. Dar de frosque? Dizer que o Surrealismo é obra de artistas e nada tem que vêr com acção revolucionária a não ser a rosnadela quando o poeta enquanto cão é ainda jovem?

Éramos perto de 25, fomos buscar as tochas e quando chegámos perto da gasolineira demos-lhes com toda a aquela luz intensa. O Sol.

- Run into the light, gritava a feiticeira!
Foda-se pá, Zimbabué, o Mugabe, o PC Chinês, Chavez, Eduardo dos Santos and Company. Camaradagem marxista.

Os preços baixaram vertiginosamente, como um louco que se atira em vôo livre sobre o Grand Canyon.


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a chave e a fechadura inexistente, 6:38 p.m.

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