O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação
Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia.
Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.
email:
cadaveresquisito@alternativa2000.org
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quinta-feira, maio 15, 2008
E se andares por aí... (poeminha sem o menor sentido surrealista e muito menos para se lhe dar a mínima importância)
E se fôres ao mar profundo
Traz então, vá lá, um inimigo também.
E se o dito não fôr o que esperas
Inclina-o para diante e diz-lhe que o oceano é a porta do mundo!
Estava um cadáver na mesa a dissecar
veio a enfermeira e começou a berrar.
Os necrófilos a morrer, um imenso rir de dentes abertos
A assistência toda a foder, um sapato na sala a dormir
E o vinho na cave a fermentar.
O Luiz de Pacheco tinha muito menos
O haviam extraído no lar, o Espirito.
E o dito não parava de contra-verter e falar.
E de lembrar quanto bastasse,
tudo aquilo era giro no Gelo!
A Estela toda a arfar, suspirando
Não parava de contraceptar, arfando
Um vivo de mais morto que estava no caixão, as unhas a raspar,
Era um europata decerto a discursar.
Traz então, vá lá, um inimigo também.
E se o dito não fôr o que esperas
Inclina-o para diante e diz-lhe que o oceano é a porta do mundo!
Estava um cadáver na mesa a dissecar
veio a enfermeira e começou a berrar.
Os necrófilos a morrer, um imenso rir de dentes abertos
A assistência toda a foder, um sapato na sala a dormir
E o vinho na cave a fermentar.
O Luiz de Pacheco tinha muito menos
O haviam extraído no lar, o Espirito.
E o dito não parava de contra-verter e falar.
E de lembrar quanto bastasse,
tudo aquilo era giro no Gelo!
A Estela toda a arfar, suspirando
Não parava de contraceptar, arfando
Um vivo de mais morto que estava no caixão, as unhas a raspar,
Era um europata decerto a discursar.
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Etiquetas: a morte de luiz pacheco, lexotan, poesia para acalmar as massas, poesia semiotica optica e ornitologa, semantica e uma boa merda
a chave e a fechadura inexistente, 4:10 p.m.


