O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação
Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia.
Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.
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cadaveresquisito@alternativa2000.org
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terça-feira, maio 06, 2008
As praias protegidas - a Bandeira Vermelha
Com a aproximação do Verão de 2008, as praias portuguesas acabam de receber as respectivas bandeirinhas colocadas pela merdosa e picuinhas UE.
A maioria das praias receberam a bandeira amarela, a de precaução. Outras, bem poucas, a bandeira verde (é então o afogamento pela certa, o banheiro não estava presente, tinha ido à cervejaria local), e ainda algumas situadas ao norte de Sagres, a bandeirinha vermelha, algumas até ostentam provocatoriamente o símbolo da foice e do martelo, praias portanto dos trabalhadores unidos para sempre, e assim venceremos.
As praias da bandeira vermelha são agora as mais concorridas. Além de serem desprotegidas (não têm o aval da Quer-Cus, muito menos da Freedom-Watch ou da Aministia Internacional), têm sempre durante a tarde e como programação regular, o folclore da região e quanto a vias de comunicação, mesmo sem tecnologias de ponta, os comboios vão estacionar mesmo ao pé da praia-mar, as ondas praticamente batem nas rodas de aço temperado.
Além disso, os veraneantes são presenteados com música de fundo inspirada em Bela Bartok, Lopes Graça e Chostakovski. No final de um dia bem passado ainda podem assistir a um filme polémico, o celebérrimo "A praia dos 3 irmãos" (Estaline, Beria e Cunhal), e a um discurso de um tal Jerónimo, antigo chefe índio da tribo dos Apaches (perto da Malveira, portugueses claro).
Com as praias da bandeira vermelha as pessoas nadam e morrem decansadas. Depois da amarelinha e da verde, quando a vermelha se ergue no ar não é raro ver centenas de indivíduos lançarem-se ao mar bravamente, alguns ainda a digerir as sandes de chouriço de Castelo de Vide, os punhos levantados e a cantar a Internacional. A maioria não são recuperados. A mar leva-os sem a mínima contemplação.
A maioria das praias receberam a bandeira amarela, a de precaução. Outras, bem poucas, a bandeira verde (é então o afogamento pela certa, o banheiro não estava presente, tinha ido à cervejaria local), e ainda algumas situadas ao norte de Sagres, a bandeirinha vermelha, algumas até ostentam provocatoriamente o símbolo da foice e do martelo, praias portanto dos trabalhadores unidos para sempre, e assim venceremos.
As praias da bandeira vermelha são agora as mais concorridas. Além de serem desprotegidas (não têm o aval da Quer-Cus, muito menos da Freedom-Watch ou da Aministia Internacional), têm sempre durante a tarde e como programação regular, o folclore da região e quanto a vias de comunicação, mesmo sem tecnologias de ponta, os comboios vão estacionar mesmo ao pé da praia-mar, as ondas praticamente batem nas rodas de aço temperado.
Além disso, os veraneantes são presenteados com música de fundo inspirada em Bela Bartok, Lopes Graça e Chostakovski. No final de um dia bem passado ainda podem assistir a um filme polémico, o celebérrimo "A praia dos 3 irmãos" (Estaline, Beria e Cunhal), e a um discurso de um tal Jerónimo, antigo chefe índio da tribo dos Apaches (perto da Malveira, portugueses claro).
Com as praias da bandeira vermelha as pessoas nadam e morrem decansadas. Depois da amarelinha e da verde, quando a vermelha se ergue no ar não é raro ver centenas de indivíduos lançarem-se ao mar bravamente, alguns ainda a digerir as sandes de chouriço de Castelo de Vide, os punhos levantados e a cantar a Internacional. A maioria não são recuperados. A mar leva-os sem a mínima contemplação.
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a chave e a fechadura inexistente, 7:19 p.m.


