O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação
Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia.
Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.
email:
cadaveresquisito@alternativa2000.org
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quinta-feira, fevereiro 21, 2008
As academias surrealistas vão também encerrar!
Soubemos hoje, a la prima. As academias surrealistas, tal como outras (a Academia de Música de Erik Satie, a Academia dos Ogres de Barback, a Academia José Augusto França, a Academia Fernando de Azevedo e mais recentemente a Academia Mário Cesariny), vão encerrar definitivamente por falta de verbas e para equilibrar o défice. Mas o mais grave neste caso, é a ausência de assistentes. Isto é, já ninguém vem para a rua ou tem a coragem de dizer que o Surrealismo está vivo e recomenda-se. Isso era antes, em 1950. Agora querem todos a notoriedade - um livro pelo menos, ser entrevistado ou aparecer por alguns segundos na televisão, dizer que no Café Gelo é que era giro (Luís Pacheco), morrer enfim com alguma dignidade "republicana e laica" e sobretudo públicamente, ao vivo. E no fim doar tudo ao colégio dos orfãozinhos.
Com efeito e na maior parte dos casos os governantes do partido social-socialista (mas podia ser de outro partido qualquer, a escolha é vasta como nos hipermercados), decidiramn extinguir os serviços académicos surrealistas (e talvez não, entenda-se!), como quem extingue um fogo num petromax escuteiro. Simples.
No caso de alguns poetas mortos a multidão ainda saiu para a rua (era feriado e não havia praia por perto), mas no caso dos surrealistas portugueses, as pessoas cagaram para os ditos, para o efeito e muito mais para o evento - ao fim e ao cabo para abjecção mesmo, os piores já tinham desaparecido há anos, o Oom e o António José Forte, este último que deve ter causado a pior das hemorragias anais ao Papado e a todos os que nele se apagam e por ele se premeiam (liberais e neo, estalinistas, socialistas e social-democratas incluídos, do Alegre à Conta-do-Costa, o Alberto + o António).
Com efeito e na maior parte dos casos os governantes do partido social-socialista (mas podia ser de outro partido qualquer, a escolha é vasta como nos hipermercados), decidiramn extinguir os serviços académicos surrealistas (e talvez não, entenda-se!), como quem extingue um fogo num petromax escuteiro. Simples.
No caso de alguns poetas mortos a multidão ainda saiu para a rua (era feriado e não havia praia por perto), mas no caso dos surrealistas portugueses, as pessoas cagaram para os ditos, para o efeito e muito mais para o evento - ao fim e ao cabo para abjecção mesmo, os piores já tinham desaparecido há anos, o Oom e o António José Forte, este último que deve ter causado a pior das hemorragias anais ao Papado e a todos os que nele se apagam e por ele se premeiam (liberais e neo, estalinistas, socialistas e social-democratas incluídos, do Alegre à Conta-do-Costa, o Alberto + o António).
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Etiquetas: a academia dos surrealistas portugues, academia cesariny, academia jose augusto franca, os cadaveres socialistas e surrealistas
a chave e a fechadura inexistente, 3:53 p.m.


