O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação
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sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Mais obras retidas na alfândega portuguesa
Burocrata alfândegário tens falta de quê meu idiota?
Sai da cave onde te encerraste meu verme, testículo atormentado e zelozo
parte pelos campos e esconde-te a vêr conas e caralhos
naquela azáfama acostumada e leitosa
bate por fim a punheta que o médico te receita
e verás como será em ti mais forte a liberdade.
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quinta-feira, fevereiro 22, 2007
A Poesia soltou-se das alfandegas...
O objectivo dos bureaucratas foi contudo alcançado - fazer depender a saída das referidas obras através do pagamento de "compensações" monetárias, tal como se faz com as fianças. Cavaco Silva, o nosso Mr. Presidente, teria indultado há poucas semanas, um criminoso procurado pelas autoridades, mas as pinturas de Jack Dauben, Thom Burns, Terri Engel, Chas Krider tiverem de pagar fiança para saírem da prisão alfandegária onde estavam detidas há vários dias. Estranho país este que indulta criminosos a amarra a Poesia entre grades e prateleiras, sempre que lhe pode deitar as mãos.
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segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Estranho e mal estar o que atinge os poetas

Sabemos que o nosso querido companheiro e amigo, o poeta Nicolau Saião, se encontra doente.
Daqui lhe endereçamos os votos de total recuperação.
Grupo Surrealista da Quinta do Visconde, Portugal
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A Mário Cesariny
Uma Carta Aberta dos surrealistas turcos
Street Turkish Surrealists, Graffitis in Lisbon
DA DESORDEM À HARMONIA,
(Em plena rua, uma carta aberta a Mário Cesariny)
Esta carta da Turquia dirigida a Mário Cesariny escrita algures numa das ruas da Turquia.
Escrita nos novos ventos que começaram a explodir com a vontade de sobreviver, a "joi de vivre", a quebra de tabus, a recusa em obedecer à autoridade. Sentimos que o novo século finalmente chegou às nossas mãos, chegou-nos com os novos ventos, ventos que sopraram ao longo das nossas ruas turcas.
Em nós foi assim que tudo começou: primeiro um fanzine a que chamámos "Disordered". Tudo partiu de Izmir e Rafet Arslan. Iniciámos com Ali Kartal, ele que brinca e joga com as palavras; temos raparigas na rua piscando os olhos com as suas mãos cheias de letras e que desejam criar novos arco-íris: Gözde Genç e Ayşe Özkan, os arco-íris que atingem Istambul,
e da cidade se lançam sobre os jovens Bora Akıncıtürk, Erman Akçay, Çağrı Küçüksayraç, Tunç Dindaş, que pintam e desenham desordenadamente; nunca deixando de produzir as suas criações para sentir que estão vivos, a rua acariciando-os e simultaneamente ameaçando-os.
E eu, Cemal Akyüz, residente em Ankara, transporto na mão esta nossa carta colectiva.
Somos a Geração X, a Geração Y, rapazes da zona ácida, da geração Milupa, da geração Prozac, custeamos os nossos próprios livros, COLOCAM-NOS etiquetas - a arte é para enriquecer os leiloeiros e colecionadores, IGNORAM-NOS. Mas não aceitamos que nos classifiquem de geração perdida, quando os nossos pais nasceram, este país chamava-se Elsinore, alguns vivem ainda felizes em Elsinore, por conseguinte acham que nos perdemos.
Oh meu
começámos agora a descobrir-nos
a saber o que somos e quem somos
ainda que caóticamente
virámo-nos para dentro do Vento mais forte.
Surrealistas Turcos no Século XXI
com profundo Amor
demolindo as margens de um país chamado
Mário Cesariny.
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domingo, fevereiro 18, 2007
Em breve:
A lista de participações na Exposição "Um Postal para Cesariny"

"Alchameth", pintura de Terri Engel (EUA)
(obra neste momento retida na alfãndega portuguesa)
Em breve publicaremos aqui a lista das participações nacionais e internacionais, já asseguradas e outras ainda a aguardar a chegada das obras, na exposição a que temos feito deliberadamente, larga referência neste blog.
Queremos contudo desde já confirmar a participação de um dos autores mais representativos do surrealismo de expressão francesa, o poeta e pintor Guy Girard, do Grupo Surrealista de Paris.
Devemos contudo assinalar que as obras bloqueadas na alfândega portuguesa(1), continuam por lá e impedidas de ir para o local a que eram destinadas, o Museu de Estremoz. Esperamos que haja da parte das autoridades portuguesas o mínimo de bom senso e um pouco de clarivência cultural. Sabemos que a cultura pouco importa aos que nos governam actualmente mas a verdade é que os governos passam e os artistas e os visionários ficam. Seria pois interessante que não se esquecessem desse detalhe que o Tempo se encarregará de lhes revelar um dia, deitados fora ou dentro da cama.
Recordemos que em 1984, aquando da última manifestação expressiva do Movimento Surrealista Internacional (na exposição do Teatro Ibérico), também foi necessário intervir para desbloquear algumas obras retidas na alfândega portuguesa (sempre tão diligente em impedir a entrada de obras de arte mas tão negligente a deixar passar
alguns "branqueamentos" esses sim ilegais). Já vai sendo hábito bloquear as intervenções criativas sempre que os surrealistas decidem expôr no nosso país sem que seja sob os auspícios de uma qualquer Europália ou que não tenham por detrás a benemérita Gulbenkian ou o pós-modernaço e yuppie CCB. Mas a diferença entre o que se passa agora e o que passou em 1984, é abissal - naquela altura governava um outro socialista mas mais sensível às "reservas culturais do Homem", o Dr. Mário Soares era primeiro-ministro e simplesmente actuou em defesa da exposição e das obras. "As obras serão devolvidas depois, são apenas expôr" disse ele aos "mestres" de manga de alpaca alfândegários, chuis à civil que acham que o melhor momento na sua consagração biográfica é terem feito parar numa prateleira qualquer, uma ou duas obras de artistas surrealistas. Mas dessa vez falharam o tiro pois o PM interviu. E agora, onde estão os socialistas do governo e fora dele que nada fazem (não sabem?) para desobstruir a via e deixar passar a vaga libertária a caminho de Estremoz? Não é do partido, não é o Estado a promover, claro que não. Mas onde está a tão famosa democracia portuguesa?
(1) Curiosamente ou não, todas americanas, o que faz prever que, para os zelosos alfandegários portugueses, tudo o que vem da América provém ou tem a chancela da administração norte-americana. Se o argumento é porque se trata de um país não europeu, então as obras de arte que nos chegaram dos companheiros surrealistas turcos, teriam também ficado retidas, o que não aconteceu. Ou a Turquia já é parte integrante da UE? Mesmo com o Erdogan?
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sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Colagem de Carlos Martins

Colagem de Carlos Martins, "Regresso a Duluth"
(dedicada a H.P. Lovecraft)

Carlos Martins, 2005
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A participação de Ana Santos

Pinturas de Ana Santos, técnica mista, 18x13,5 cm
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Ana Santos, 2005
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quinta-feira, fevereiro 15, 2007
E agora com os companheiros turcos, como será?

(Street Turkish Surrealism)
Estamos a aguardar as obras dos companheiros surrealistas turcos,
Tunç Dindaş, Bora Akıncıtürk, Çağrı Küçüksayraç e Erman Akçay. Provavelmente o seu percurso até ao Museu de EStremoz, será interrompido pelos zelosos fiscais da alfândega portuguesa.
De qualquer forma aqui fica uma das obras, ao menos vêmo-la antes que termine nalguma cave dos CTT.
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Os problemas alfandegários não páram

Republica automatons, 1920
George Grosz
As obras destinadas à exposição surrealista "Um Postal para Mário Cesariny" (1), a realizar no Museu de Estremoz, de 4 de Março a 1 de Abril, continuam a ficar retidas nas alfândegas portuguesas. É verdade que são "bombas" mas apenas no sentido em que toda a actividade surrealista é libertária e subversiva (mesmo quando expressa através de um "simples" objecto de arte, um poema, etc.). Mas a subversão é sobretudo do espírito com ele próprio, a "perturbação" criada é dirigida àquele que ainda pode ver. André Breton escreveu
"Querida Imaginação, o que eu amo mais em ti, é que não perdoas".
Na contabilidade dos burocratas alfandegários desta democracia portuguesa que deixa passar terroristas pelo seu território(2), a conta soma e segue: foram já retidas uma obra serigráfica do pintor surrealista canadiano Gregg Simpson e várias pinturas de artistas norte-americanos, em particular de Jack Dauben e Thom Burns. Ou seja, a pintura de Jack Dauben que apresentamos mais abaixo, está lá retida, são precisas várias diligências, formulários, etc. para a soltar. E como todos podem vêr, não parece constituir qualquer perigo para a segurança nacional. Não parece, mas no entender das alfândegas e do estado português que manda nelas, é.
Veremos como tudo se vai resolver mas o insólito e assinalável quanto à mediocridade que se manifesta ainda para cá da raia espanhola, é mesmo a retenção dessas obras nas alfândegas portuguesas. Há países que deixam entrar tudo menos mercadoria estragada, drogas ou explosivos. O nosso não deixa passar arte mas tem um filtro esburacado onde passa tudo o resto.
O Dr. Hugo Guerreiro, Director do Museu Municipal de Estremoz, tem sido incansável, tentanto desbloquear a situação. Mas a máquina administrativa (tal como a da justiça), funciona mesmo! E todos nós vimos de que forma. Imaginemos o que seria se não funcionasse!
(1) Apesar da maioria dos seus membros serem ou terem estado ligados ao Movimento Surrealista Português e a outros grupos surrealistas espalhados pelos vários continentes, há também a participação de alguns artistas e poetas, não directamente associados ao Surrealismo.
(2) Os exemplos não são escassos e um deles passou num dos canais televisivos portugueses: um jornalista foi capaz de passar por uma das fronteiras, sem ser revistado e contudo tinha um simulacro de explosivo no porta-bagagens! E segundo se leu nos jornais, o grupo islamo-fascista que tentou fazer explodir a Audiência Nacional de Madrid, tinha vindo de Portugal!.
Etiquetas: Antonio Simoes, exposicao surrealista em estremoz, funeral de mario cesariny, Hugo Guerreiro, jose cartaxo, o surrealismo na america latina, surrealismo internacional
domingo, fevereiro 11, 2007
O Cadáver inscreveu-se no Technorati
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
A arte como um perigo para a segurança nacional?

"A Gruta do Druída" de Jack Dauben, EUA.
Algumas obras destinadas à exposição "Um Postal para Cesariny" estão a ser retidas na alfândega portuguesa. Ou seja, aqueles que deixaram passar o assassino de Theo Van Gogh, a caminho da Holanda, aqueles que não lhe perguntaram absolutamente nada que o impedisse de matar aquele querido companheiro cujo único crime foi o de denunciar as humilhações sofridas pela mulher no chamado "mundo islâmico", estão agora tão zelosos em não deixar passar algumas obras surrealistas (como as de Jack Dauben, Thom Burns e outros). Tal como no passado, o Surrealismo que intervém activamente na vida (sucedeu por exemplo, com as pinturas eróticas de Willem Freddie e tantos outros), é ainda uma grande maçada e inconveniente para certos estados e respectivos controlos alfandegários. Passa o "clandestino" islâmico mas não passa o objecto de arte ou uma simples loção de barbear.
Recordemos a Exposição Internacional "O Surrealismo e a Pintura Fantástica", realizada em Lisboa, no Teatro Ibérico e na SNBA, em 1984, dez anos depois do 25 de Abril. Nessa altura também a alfândega portuguesa fez parar algumas obras. A diferença porém em relação aos tempos que vivemos é que já não há Presidentes da República que sejam sensíveis a isto que é tão simples - as obras de arte retidas na alfândega serviriam melhor o próprio país se estivessem deste lado e não fossem impedidas de entrar. De sair, ainda vá que não vá... Ou não estaria o património artístico português mais bem servido se elas pudessem entrar? Ou serão cartas explosivas?
Entretanto e para que não desespere pois este país vai continuar assim por largos séculos, ouça a magnífica voz de Stina Nordenstam que nos lembra o som feito de silêncios perenes de velhos continentes desparecidos, a Atlântida e sobretudo a Ilha de Nefertite, desaparecida algures nos desertos de Amarna. Deixe a voz de Stina entrar no seu corpo, não exactamente como nas terapias de grupo tão do agrado de certos gurus eco-espiritualistas agora convertidos ao ambientalista "espectacular" Al Gore, mas como se estivesse a fornicar com a sua namorada adolescente, ou a fumar um Gauloises numa esplanada de Lyon ou de Nanterres;
(Clique no botão verde; Click on the green button the hear the song)
(This song is dedicated to Jack Dauben, Thom Burns, Terri Engel, and Timothy R. Johnson)
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quarta-feira, fevereiro 07, 2007
O "Voo de Osíris" recupera de um longo silêncio

O "Voo de Osíris" web site em português dedicado ao Movimento Surrealista em Portugal, vai reabrir em breve, após um longo período de ausência por razões de saúde e devido a dificuldades de ordem pessoal do seu responsável, Carlos Martins.
O referido site poderá ser visto aqui (ainda em fase de restauração, claro).

Grupo Surrealista de Lisboa, 1947.
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terça-feira, fevereiro 06, 2007
Encomenda da Marie-Dominique Massoni

Desenho de Guy Girard
In "J´ai du bon tabac" (Poesia de Alexandre Pierrepont e Bertrand Schmitt, Editions surréalistes, 1993)
Chegou ontem e volumoso, o embrulho postal feito e enviado pela mão da Marie-Dominique Massoni, do Grupo Surrealista de Paris. Entre outras publicações, trazia alguns números do "SURR", revista publicada sob a sua responsabilidade e com colaborações várias de artistas surrealistas dos vários continentes. Amicalement prometeu-nos também a vinda, para a exposição "Um Postal para Mário Cesariny ...", de colaboração do Guy Girard (veja-se desenho acima do referido autor), e provávelmente de outros mais.
Iremos aqui dando conta de algumas dessas colaborações (desenho, colagens, poemas), nos dias que se seguem.
Obrigado Marie-Dominique.
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segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Poeminha de Merl (The Surrealist London Action Group)
MALINHA DE MÃO
O teu polvo inchado vai na minha mala de mão.
É demasiado grande para o trincar, demasiado húmido para o engolir.
Quando lhe bato na cabeça chora como um cão.
Quando lhe ponho o punho na boca asfixia-se como um menino.
Merl (SLAG)
domingo, fevereiro 04, 2007
Referendo: "Concorda ou não com a penalização da hipocrisia?"

Marcado para uma data ainda indefinida o referendo revelará o número de hipócritas existentes em Portugal já que o "não" determinará quantos são aqueles que, em Portugal, gozam impunemente de um estatuto de excepção pelo facto de serem no dia a dia hipócritas confessos, mantendo por isso mesmo cargos de elevado reconhecimento social e económico e sendo objecto de enorme atenção dos media.
Espera-se uma enorme adesão a este referendo tanto mais que o movimento dos hipócritas nacionais (com larguíssima implantação nos sectores político, religioso, cultural e social do país), ameaçou ir proceder judicialmente contra a marcação do referendo por achar o mesmo improcedente e inconclusivo, dado que muitos hipócritas reconhecidos poderão vir a abster-se ou mesmo a votar "não", por receio de represálias e eventuais discriminações.
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Deixai vir a mim as criancinhas...

ITE MISSA EST
Do Bureau Surrealista Alentejano, transcrevemos a seguinte e esclarecedora informação que nos foi amávelmente remetida:
Lunário do surrealismo para 2007
“48 milhões de $US às vítimas de abusos de sacerdotes
A diocese católica de Spokane, no Estado de Washington, aceitou pagar 48 milhões de dólares às vítimas de abusos sexuais alegadamente cometidos por alguns dos seus sacerdotes, revelou quinta-feira fonte judicial, citada pela agência Lusa.
O mediador e juiz federal, Gregg Zive, anunciou o acordo extra-judicial alcançado entre a diocese e os queixosos que, além de uma compensação monetária, inclui também uma série de disposições que não são de carácter económico e fixa o procedimento a seguir para o pagamento de futuras queixas.
A diocese de Spokane tinha-se declarado em bancarrota no início de 2006 para se proteger deste tipo de processos, e o próprio bispo, William Skylstad, asseverou então que a sede religiosa enfrenta mais de 120 processos por abusos sexuais, metade dos quais terão sido cometidos por dois dos seus sacerdotes.
Skylstad pediu perdão publicamente às vítimas «pelos terríveis prejuízos causados» e exortou os católicos a aceitarem o acordo extrajudicial anunciado quinta-feira.
Spokane é uma das dioceses mais populosas do Estado ocidental de Washington com cerca de 90.000 fiéis.”
(Dos jornais)
Nicolau Saião
Álvaro de Navarro
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sábado, fevereiro 03, 2007
J-J.Dauben (EUA)

Jack Dauben, Zuni Pueblo, 1992
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Alejandro Puga

"El Poema", Colagem de Alejandro Puga
Da Argentina vai aterrar em breve em Estremoz (na feliz expressão usada por Hugo Guerreiro), mais um artista surrealista, Alejandro Puga. Em breve daremos conta de alguns detalhes sobre a obra deste interessante pintor e colagista.
A esta hora, esperamos ainda a adesão de outros companheiros e amigos surrealistas latino-americanos, nomeadamente do Grupo Surrealista do Chile.
Etiquetas: alejandro puga, america latina, colagem, o surrealismo na america latina, surrealismo, surrealismo em portugal, surrealistas argentinos
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Este o espaço, o Museu Municipal de Estremoz

Este o museu, este o espaço onde decorrerá a mostra "Postais para Mário Cesariny" com vários autores surrealistas e outros "vogando na surrealidade" (na magnífica expressão de Nicolau Saião), cuja inauguração está marcada para o dia 4 de Março. A exposição termina em 1 de Abril.


