O pensamento dominante continua a considerar o Surrealismo como um movimento estético, censurando a sua componente de intervenção em todos os planos da Vida e da Sociedade, numa perspectiva libertária e emancipadora. Por outro lado considera-se o Surrealismo como algo históricamente ultrapassado, como um "fóssil cultural" (como denunciou recentemente Guy Ducornet no seu livro "Os parasitas do Surrealismo"). E contudo, a intervenção surrealista nunca deixou de se bater contra os exploradores do Espírito e contra todos aqueles que económica ou socialmente exploram o Homem, impedindo-o de respirar LIVREMENTE!!!
O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia. Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.

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cadaveresquisito@alternativa2000.org

sábado, julho 14, 2007

Os camarade já devem ter percebido...


(Deputados portugueses em exercício no Palácio de S. Bento, 2006)


Que o cadáver esquisito só é cadáver quando quer. De resto sai da gaveta mortuária sempre e quando lhe apetece e vai por aí criando sustos e desfalecimentos por entre a burguesice e o novo-riquismo nacional e internacional, sobretudo o europeísta, o tal que foge para os Estados Unidos da América quando as coisas por cá correm mal.
O Surrealismo e o Surreal-Abjeccionismo não são própriamente uma cátedra onde os escritores e os poetas se afirmem para alcançar a notoriedade e a consagração, nalguns casos post-mortem. Não é espacio para alcançar a autoridade num partidozeco local e muito menos os degraus de São Bento (estranho nome que deram ao parlamento português que é assim transformado num coito beneditino cheio de preguiçosos vitalícios com reforma antecipada).



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a chave e a fechadura inexistente, 5:14 p.m.

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