O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação
Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia.
Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.
email:
cadaveresquisito@alternativa2000.org
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domingo, junho 03, 2007
Aqui não jaz a história do surrealismo em Portugal
Procurar a intervenção surrealista apenas na sua história bibliográfica é muito pouco mas há. E é o que há mais. Agora com a Internet ela faz-se quase diariamente, numa voracidade que mal imaginávamos pudesse existir.
Os poetas quando morrem não vão para o céu porque em terra sempre tiveram que lidar regularmente com o Demónio, por vezes ajustar-lhe as contas, descobrir e revelar os detalhes da sua interioridade quando se manifesta no ser humano que é. E a pestilência do contacto com o dito deixa marcas e odôres que um sujeito leva sempre consigo quando morre. Mas depois de mortos fala-se mais deles. Em Portugal é até uma forma de os fazer esquecer mais depressa.
Há ruas com nomes de poetas que ainda exalam esse cheiro.
Os poetas quando morrem não vão para o céu porque em terra sempre tiveram que lidar regularmente com o Demónio, por vezes ajustar-lhe as contas, descobrir e revelar os detalhes da sua interioridade quando se manifesta no ser humano que é. E a pestilência do contacto com o dito deixa marcas e odôres que um sujeito leva sempre consigo quando morre. Mas depois de mortos fala-se mais deles. Em Portugal é até uma forma de os fazer esquecer mais depressa.
Há ruas com nomes de poetas que ainda exalam esse cheiro.
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a chave e a fechadura inexistente, 2:12 p.m.


