O pensamento dominante continua a considerar o Surrealismo como um movimento estético, censurando a sua componente de intervenção em todos os planos da Vida e da Sociedade, numa perspectiva libertária e emancipadora. Por outro lado considera-se o Surrealismo como algo históricamente ultrapassado, como um "fóssil cultural" (como denunciou recentemente Guy Ducornet no seu livro "Os parasitas do Surrealismo"). E contudo, a intervenção surrealista nunca deixou de se bater contra os exploradores do Espírito e contra todos aqueles que económica ou socialmente exploram o Homem, impedindo-o de respirar LIVREMENTE!!!
O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia. Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.

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cadaveresquisito@alternativa2000.org

quarta-feira, maio 02, 2007

Parasitas do Surrealismo

É uma obra recente de Guy Ducornet e reporta-se a dita à análise da atitude de alguns analistas e críticos do Surrealismo, nomeadamente ao nível de algumas universidades americanas.
Dado que o tipo de parasitismo a que o autor se refere habita igualmente outras partes do mundo e particularmente Portugal (onde a vaga de estudiosos, universitários ou não, não pára de crescer), procuraremos dar aqui um enfoque e ênfase especial a esta problemática que interessa não apenas aos autores e artistas surrealistas mas também a muitos cidadãos livres em geral.



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a chave e a fechadura inexistente, 4:31 p.m.

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