O pensamento dominante continua a considerar o Surrealismo como um movimento estético, censurando a sua componente de intervenção em todos os planos da Vida e da Sociedade, numa perspectiva libertária e emancipadora. Por outro lado considera-se o Surrealismo como algo históricamente ultrapassado, como um "fóssil cultural" (como denunciou recentemente Guy Ducornet no seu livro "Os parasitas do Surrealismo"). E contudo, a intervenção surrealista nunca deixou de se bater contra os exploradores do Espírito e contra todos aqueles que económica ou socialmente exploram o Homem, impedindo-o de respirar LIVREMENTE!!!
O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia. Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.

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cadaveresquisito@alternativa2000.org

quarta-feira, maio 16, 2007

Um certo surrealismo que dá jeito

Um Surrealismo sem posição social e política tem feito jeito, nomeadamente em Portugal. Depois de 1947 (e sobretudo após a morte de António Maria Lisboa, Mário Henrique Leiria, Pedro Oom e António José Forte), pode assim ser-se reaccionário quando se trata de calar a exploração dos oprimidos e ao mesmo tempo ser-se reformador (de reformatório, obviamente), ao defender-se a liberdade de expressão, sobretudo do mercado, a da promoção do próprio.



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a chave e a fechadura inexistente, 9:03 p.m.

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