O pensamento dominante continua a considerar o Surrealismo como um movimento estético, censurando a sua componente de intervenção em todos os planos da Vida e da Sociedade, numa perspectiva libertária e emancipadora. Por outro lado considera-se o Surrealismo como algo históricamente ultrapassado, como um "fóssil cultural" (como denunciou recentemente Guy Ducornet no seu livro "Os parasitas do Surrealismo"). E contudo, a intervenção surrealista nunca deixou de se bater contra os exploradores do Espírito e contra todos aqueles que económica ou socialmente exploram o Homem, impedindo-o de respirar LIVREMENTE!!!
O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia. Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.

email:
cadaveresquisito@alternativa2000.org

segunda-feira, março 05, 2007

Exposição "Um Postal para Mário Cesariny..."
(Organização e lista de participações)


Organização:
Nicolau Saião e Carlos Martins
com a colaboração de José Cartaxo

Local: Museu Municipal Prof. Joaquim Vermelho e Sala de Exposições Temporárias do Centro Cultural e Associativo Dr. José Lourenço Marques Crespo, em Estremoz.

Lista de participações:
Mário Cesariny, Mário Henrique Leiria, Cruzeiro Seixas, Jorge Vieira, Noémia Cruz, Júlio, Mayte Bayon, G. Bruno, Krzysztof Fijalkowski, Merl, Wedgwood Steventon, Chas Krider, Timothy Johnson, K M Fox, Terri Engel, Manuel Almeida e Sousa, David Coulter, Wayne Kral, Rik Lina, Willem den Broeder, Jean-Jacques Jack Dauben, Thom Burns, John Welson, Nuno Duarte, Gregg Simpson, Alejandro Puga, Jan Svankmajer, Çagri Kücüksajraç, Erman Akçay, Bora Akincitürk, Tunç Dindas, Floriano Martins, Hélio Rola, João Garção, Nicolau Saião, Lud, Miguel de Carvalho, Ana Santos, Carlos Martins.

Colaborações esperadas (ainda em trânsito nos correios ou extraviadas):
Guy Girard, Guy Ducornet, Claudia Drake.

Nota: As obras de Jean-Jacques Jack Dauben, Thom Burns e Terri Engel encontram-se ainda "presas" na alfândega portuguesa e impedidas de serem expostas na exposição devido a problemas alfandegários absolutamente inadmissíveis já que todas as obras foram devidamente registadas nos correios norte-americanas e formalizadas com a indicação de "cedência gratuita para uma exposição temporária", portanto não destinadas a venda em Portugal. Trata-se pois de um impedimento ilegal e que reflecte o primarismo de algumas posições anti-americanas que decorrem do "políticamente correcto" em que caíram certos regimes "democráticos" europeus.





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a chave e a fechadura inexistente, 8:28 p.m.

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