O pensamento dominante continua a considerar o Surrealismo como um movimento estético, censurando a sua componente de intervenção em todos os planos da Vida e da Sociedade, numa perspectiva libertária e emancipadora. Por outro lado considera-se o Surrealismo como algo históricamente ultrapassado, como um "fóssil cultural" (como denunciou recentemente Guy Ducornet no seu livro "Os parasitas do Surrealismo"). E contudo, a intervenção surrealista nunca deixou de se bater contra os exploradores do Espírito e contra todos aqueles que económica ou socialmente exploram o Homem, impedindo-o de respirar LIVREMENTE!!!
O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

O Cadáver Esquisito à mesa de dissecação

Dádá e o Surrealismo de visita a Portugal com paragem na Universidade do Minho e S. Iria de Azóia. Uma maçada morrer de tuberculose e tão jovem.

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cadaveresquisito@alternativa2000.org

terça-feira, março 06, 2007

Agradecimentos


(Serigrafia de Lud, colecção particular de Ana Santos)


Queremos, em primeiro lugar, deixar claramente expressa a nossa gratidão com o Dr. Hugo Guerreiro, Director do Museu Municipal Prof. Joaquim Vermelho, de Estremoz.

Apesar de todas as contrariedades e igualmente de todas as contradições e diferenças de opinião existentes (sempre aliás incontornáveis neste género de eventos menos convencionais), foi também e fundamentalmente graças ao seu esforço, dedicação e agilidade cultural, enquanto elemento institucional determinante, que tal exposição foi possível, sabendo-se (como se sabe), que o Surrealismo foi e continua a ser uma expressão do pensamento moderno e libertário, das mais discriminadas e manipuladas pelos famosos "fazedores de opinião", analistas, comentadores e políticos de carreira, burgueses e como dizia o próprio Mário Cesariny, "ou ainda menos".

O nosso agradecimento também especial para o artista José Cartaxo e o Prof. António Simôes, cuja tradução do poema "Entrar, Sair" da autoria colectiva de Jack Dauben e Allan Graubard, permitiu a sua inclusão no livro, já em fase de edição, "Poetas na Surrealidade, em Estremoz", coordenada e dirigida pelo poeta Nicolau Saião.

Os nossos agradecimentos também ao Miguel de Carvalho, ele própio autor surrealista, o qual colaborou igualmente na cedência de material criativo para esta exposição e também na sua divulgação.

Por fim o nosso reconhecimento pelo trabalho de todos quantos contribuíram para a mesma, de uma forma ou doutra, cedendo obras de arte, poemas ou "simplesmente" participando na sua preparação. Sublinhamos aqui os casos muito particulares de Cruzeiro Seixas, Noémia Cruz e Almeida e Sousa que foram inexcedíveis, cedendo algumas das suas obras e proporcionando a vinda de outros autores, nomeadamente de Mário Henrique Leiria, Júlio, Jorge Vieira e o muito esquecido e nosso querido amigo já falecido, Lud.



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a chave e a fechadura inexistente, 3:31 p.m.

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